Política de adoção

Adotar um animal representa muito mais do que um gesto de solidariedade; é um gesto de amor. Existem pessoas que, por tanto amar, acabam se tornando protetores. O papel do protetor dos animais é retirar das ruas, cuidar e tratá-los para possível adoção. Muitas vezes são criados em suas próprias casas, com auxílio de doações e parcerias. Trabalhando em conjunto com outros protetores ou até sozinhos, são capazes de realizar grandes ações.

Protetores autônomos como a jornalista Goretti Queiroz realizam, além do trabalho de proteção animal, eventos de adoção. Todos os animais dessas feiras são vacinados, vermifugados e, caso não sejam castrados, a cirurgia será marcada sem nenhum custo ao futuro dono. Para quem se interessar, basta ter mais de 18 anos, levar cópia da identidade e CPF, comprovante de residência e assinar um termo de adoção responsável.

Outro grande exemplo é o projeto de extensão da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Adote um Vira Lata. Defendem temas como guarda responsável, adoção, esterilização, denúncia de maus tratos, meio ambiente e saúde animal. Outros projetos como o da organização Brala e o Serviço de Apoio a Vida e Meio Ambiente (Savama), fazem parte dessa correte.

A ONG Pet Pe, localizada em Candeias, está em funcionamento há quatro anos. Atualmente o abrigo está com uma lotação de 45 animas para adoção. Para adotar basta ter mais de 18 anos, levar uma cópia da identidade e do CPF. Aos que se interessam por ajudar, mas, por algum motivo não podem levá-los para casa, existe a opção do apadrinhamento. Todo mês o padrinho manda uma quantia em dinheiro com a finalidade de ajudar nas despesas de comida e vacinação.